Mestiçagem e relações sociais na América ibérica (sécs. XVI – XVIII)

PPGHIS – PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL

 

Título do Curso: Mestiçagem e relações sociais na América ibérica (sécs. XVI – XVIII)

 

Professora: Juliana Beatriz

Horário: 6a feira – 14h/17h

 

Ementa: hierarquias sociais e relações de força na América ibérica; conceito de mestiçagem; mestiçagem como chave explicativa; mestiçagem como fenômeno sócio biológico; Igreja católica e conceito de limpeza de sangue; negros, mestiços e fronteiras sociais; mestiçagem, trocas culturais e manifestações religiosas.

 

Objetivo: Identificar como o tema da mestiçagem e o lugar social de negros e mestiços foram tratados na historiografia sobre o período colonial da América ibérica.

 

Bibliografia básica:

 

–   ANDRÉS-GALLEGO, J., GARCÍA AÑOVEROS, J. M.. La Iglesia y la esclavitud de los negros. Pamplona: EUNSA, 2002.

 

–  BERNAND, Carmen. Negros esclavos y libres en las ciudades hispanoamericanas. Madrid: Fundación Histórica Tavera, 2001.

 

–  BOCCARA, G., GALINDO G., S.. Lógica mestiza en América. Temuco: Instituto de Estudios Indígenas, 1999.

 

–  BOXER, Charles R.. A Igreja e a expansão ibérica (1440 – 1770). Lisboa: Edições 70, 1989.

 

–  BRADING, D. A.. Orbe indiano. De la monarquía católica a la república criolla, 1492 – 1867. México: FCE, 1991.

 

–  CARRERA, Magali M. Imagining identity in New Spain: race, lineage, and the colonial body in portrait and casta paintings. Austin: Univesity of Texas Press, 2005.

 

–    CHAVES Maldonado, María Eugenia (org.). Genealogías de la diferencia: tecnologías de la salvación y representación de los africanos esclavizados en Iberoamérica colonial. Bogotá: Editorial Pontificia Universidad Javeriana/Instituto de Estudios Sociales y Culturales Pensar/Abya-Yala, 2009.

 

–   COPE, R. Douglas. The limits of racial domination plebeian society in colonial Mexico City, 1660 – 1720. Madison: The University of Wisconsin Press, 1994.

 

–  DAVIS, David Brion. O problema da escravidão na cultura ocidental. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Cap. 6: A legitimidade da escravização e o ideal do servo cristão: dúvidas morais e racionalizações, p. 191 – 224.

 

–  FISHER, A. B., O’HARA, M. D. (org.). Imperial Subjects: race and identity in Colonial Latin America. Durham: Duke University Press, 2009. p. 81 – 100.

 

–  GRUZINSKI, Serge. Pensamento mestiço. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

 

–  KATZEW, I., DEANS-SMITH, S. (org.). Race and Classification. The case of Mexican America. Stanford: Stanford University Press, 2009. p. 73 – 118.

 

–  LAFAYE, J.. Quetzalcóatl y Guadalupe. México: FCE, 1992. Cap. 4: Guadalupe, emblema nacional mexicano. p. 384 – 416.

 

–   MARTÍNEZ, Maria Elena. Genealogical Fictions. Limpieza de sangre, religion and gender in Colonial Mexico. Stanford: Stanford University Press, 2008.

 

–  MINTZ, Sidney W., PRICE, Richard. O nascimento da cultura afro-americana: uma perspectiva antropológica. Rio de Janeiro:Pallas/Universidade Candido Mendes, 2003.

 

–  MÖRNER, Magnus. La mezcla de razas en la historia de America Latina. Buenos Aires: Paidos, 1969.

 

–  POUTIGNAT, P., STREIFF-FENART, J.. Teorias da etnicidade. São Paulo: Editora da Unesp, 1998.

 

–  VELÁZQUEZ Gutiérrez, María Elisa. Mujeres de origen africano en la capital novohispana, siglos XVII y XVIII. México: INAH/UNAM – Programa Univesitario de Estudios de Género, 2006.

 

Avaliação: participação nas aulas, apresentação de seminário, redação de trabalho final.