Corpo docente

 Lideranças intelectuais com larga experiência e professores doutores mais jovens integram o Programa numa proporção equilibrada e tida como excelente pelos órgãos oficiais de avaliação.

Todos os membros do corpo docente do PPGHIS são professores doutores que obtiveram seus títulos em intituições como École des Hautes Études en Sciences Sociales (França),  IUPERJ (Brasil), Stanford University (Estados Unidos), The Open University (Inglaterra), UFF (Brasil), UNICAMP (Brasil), Université de Paris I – Panthéon Sorbonne (França), Université de Toulouse – Le Mirail (França), University of Minnesota (Estados Unidos), University of New Hampshire (Estados Unidos), USP (Brasil) e no próprio PPGHIS da UFRJ.

Andréa Casa Nova Maia

Doutora em história pela Universidade Federal Fluminense (2002), Andréa Casa Nova Maia é professora associada do setor de história do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Foi vice-presidente da Associação Internacional de História Oral, IOHA (2014-2016). É autora de Encontros e Despedidas – História de Ferrovias e Ferroviários de Minas (2009). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história oral, da história cultural, da história das cidades, da história do Brasil contemporâneo e da história da arte.

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Andréa Daher

Doutora em história pela Ecole des hautes études en sciences sociales, Andrea Daher é professora de teoria da história na UFRJ, onde coordena o Laboratório de pesquisa em história das práticas letradas (PEHL). Seus estudos, assim como as pesquisas que orienta, se voltam para questões relacionadas a práticas culturais, em particular às práticas de representação letrada e às relações entre oralidade e cultura escrita, nas épocas moderna e contemporânea. É autora de Les Singularités de la France Equinoxiale (Honoré Champion, 2002; tradução O Brasil francês, Civilização Brasileira, 2007); e de A oralidade perdida (Civilização Brasileira, 2012). Foi titular, de dezembro de 2010 a janeiro de 2014, da Cátedra de Ciências Sociais Sergio Buarque de Holanda, junto à Maison des Sciences de l’Homme e à Universidade de Paris IV-Sorbonne, na França.

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Antonio Carlos Jucá de Sampaio

Doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (2000), Antonio Carlos Jucá de Sampaio é professor associado do setor de história do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Recebeu o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa (2001). Foi coordenador do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ (2010-2012). É autor de Na encruzilhada do Império: hierarquias sociais e conjunturas econômicas no Rio de Janeiro (c.1650-c.1750) (2003). Suas pesquisas giram em torno da história do Brasil colonial, concentradas principalmente nos estudos do Antigo Regime, em particular no âmbito da história econômica, em questões relacionadas ao império português e à elite mercantil. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Beatriz Catão Cruz Santos

Doutora em história pela Universidade Federal Fluminense (2000), Beatriz Catão Cruz Santos é professora associada do setor de história moderna, no Instituto de História da UFRJ. É autora de O Pináculo do Temp(l)o; o Sermão do Padre Antônio Vieira e o Maranhão do século XVII (1997) e O Corpo de Deus na América; a festa de corpus christi nas cidades da América portuguesa (2005). Suas pesquisas giram em torno das festas, cerimônias e rituais da Igreja católica, da monarquia e dos oficiais mecânicos, no âmbito das práticas religiosas e sociais, no espaço colonial português do século XVI ao XVIII.

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Cacilda da Silva Machado

Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), Cacilda da Silva Machado é professora da Escola de Serviço Social e membro colaborador do Programa de Pós-graduação em História Social, na mesma universidade. É autora de A trama das vontades: negros, pardos e brancos na construção da hierarquia social do Brasil escravista (2008) e Ensaios sobre a escravidão (2003). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da demografia histórica, sobre questões relativas à escravidão, ao parentesco, à população, à família e à imigração no Brasil.

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Carlos Ziller Camenietzki

Doutor em filosofia pela Universidade Paris IV-Sorbonne (1995), Carlos Ziller Camenietzki é professor associado do setor de história moderna, no Instituto de História da UFRJ. É autor de A Cruz e a luneta (2001) e O paraíso proibido. A censura ao paraíso brasileiro, a Igreja Portuguesa e a Restauração de Portugal entre Salvador, Lisboa e Roma (2014). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história da ciência moderna, da história da Companhia de Jesus e da história política de Portugal. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Claudio Costa Pinheiro

Doutor em antropologia social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), Claudio Costa Pinheiro é professor adjunto do setor de história da África, no Instituto de História da UFRJ. É consultor de agências governamentais e fundações, no desenvolvimento de agendas de cooperação acadêmica entre países em emergentes e diretor-geral do Programa Sephis. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história antropológica, da antropologia histórica e, em particular, sobre questões relacionadas a línguas e colonialismo, aos mecanismos de poder e à constituição da modernidade, à história e às ciências sociais, na Ásia e na África.

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Diogo Cabral

Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), Diogo de Carvalho Cabral é membro colaborador do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ. Foi contemplado com o Best Paper Prize do Journal of Historical Geography (2016) e com a menção honrosa no Prêmio Milton Santos, pela Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (2017). É autor de Na Presença da Floresta: mata atlântica e história colonial (2014).

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Felipe Charbel Teixeira

Doutor em história social da cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2008), Felipe Charbel Teixeira é professor adjunto do setor de teoria e metodologia da história, no Instituto de História da UFRJ. É autor de Timoneiros: retórica, prudência e história em Maquiavel e Guicciardini (2010). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da relação entre história e estudos literários, com ênfase em teoria da história, história da historiografia, história da cultura e história literária. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Fernando Luiz Vale Castro

Doutor em história social da cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2007), Fernando Luiz Vale Castro é professor adjunto do setor de história da América, no Instituto de História da UFRJ. É autor de Pensando um continente: A Revista Americana e a construção de um olhar para a América do Sul (2012). Suas pesquisas se voltam para a questão dos intelectuais latino-americanos que pensaram projetos nacionais e continentais, nas últimas décadas do século XIX e nas primeiras do XX, com destaque para as diferentes formulações do conceito de raça.

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Gabriel de Carvalho Godoy Castanho

Doutor em História pela pela École des hautes études en sciences sociales (2013), Gabriel de Carvalho Godoy Castanho é professor adjunto do setor de história medieval, no Instituto de História da UFRJ. É atualmente vice coordenador do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ. Suas pesquisas se desenvolvem nos âmbitos da relação entre história e literatura; da historiografia; da semântica histórica, da história dos conceitos; da história dos sentimento; da eclesiologia, da sociologia, dos estudos dos fatos religiosos medievais, em torno de questões tais como as das dinâmicas sociais, dos níveis de cultura e relações de poder; do monasticismo e do eremitismo ocidentais.

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Henrique Buarque de Gusmão

Doutor em história pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001), Henrique Buarque de Gusmão é professor adjunto do setor de teoria e metodologia da história, no Instituto de História da UFRJ. É atualmente editor da revista Topoi. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história das práticas teatrais, em torno de questões tais como a produção de dramaturgia, o trabalho dos atores, a atividade da crítica teatral e a produção da historiografia teatral.

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Jacqueline Hermann

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (1996), Jacqueline Hermann é professora associada do setor história moderna, no Instituto de História da UFRJ. É autora de No Reino do Desejado. A construção do sebastianismo em Portugal, séculos XVI e XVII (1998) e O sonho da salvação. 1580-1600 (2000). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito dos messianismos e dos sebastianismos luso-brasileiros; da cultura política e das religiosidades luso-brasileiras, dos séculos XVI a XIX, em particular sobre questões relacionadas à União Ibérica (1580-1640); e questões de gênero. É atualmente pesquisadora, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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João Luís Ribeiro Fragoso

Doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (1990), João Luís Ribeiro Fragoso é professor titular do setor de história moderna, no Instituto de História da UFRJ. Recebeu o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa (1991); a Comenda da Ordem do Mérito Científico da Presidência da República (2010); e o Prêmio Jabuti, na categoria Ciências Humanas, por obra coorganizada com Maria de Fátima Gouvêa (2015). É autor de Homens de Grossa Aventura: Acumulação e Hierarquia Na Praça Mercantil do Rio de Janeiro (1790 -1830) (1992) e Barões do Café e sistema agrário escravista: Paraíba do Sul/Rio de Janeiro (1830-1888) (2013). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história do império português, da escravidão americana, do Antigo Regime e de suas elites econômicas e sociais. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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José Augusto Pádua

Doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, IUPERJ (1997), José Augusto Pádua é professor associado do setor história do Brasil no Instituto de História da UFRJ. Foi presidenteda Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade, ANPPAS (2010-2015). É Fellow do Rachel Carson Center for Environment and Society, Ludwig-Maximilians-Universitat, Munique. Foi membro, entre 2013 e 2015, do Conselho Diretor do International Consortium of Environmental History Organizations. Fez parte do colégio de consultores na criação do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, do qual é membro do Comitê Científico. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história do Brasil, da história territorial, da história regional, da história das florestas e dos agroecossistemas, da história da ciência, da história das ideias sobre a natureza, da história das políticas ambientais e políticas de desenvolvimento sustentável.

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Lise Sedrez

Doutora em História da América Latina pela Stanford University (2005), Lise Sedrez é professora adjunta do setor de história da América, no Instituto de História da UFRJ. Foi professora na California State University, Long Beach (2005-2011). Foi beneficiária do National Endowment for the Humanities Fellowship (2010-2011); editora de Topoi. Revista de História, (2011-2015). É atualmente coordenadora do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ. É organizadora, com Ravi Rajan, da coletânea The Great Convergence: Environmental Histories of BRICS (2018). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história ambiental urbana, sobre questões relacionadas ao ambientalismo, ao clientelismo, à história digital, aos desastres socioambientais, e, em particular, sobre a Baía de Guanabara.

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Luiza Larangeira da Silva Mello

Doutora em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2010), Luiza Larangeira da Silva Mello é professora adjunta do setor de teoria e metodologia da história, no Instituto de História da UFRJ. Recebeu Menção Honrosa do Prêmio CAPES de Tese (2013). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história intelectual, em questões relacionadas à literatura anglo-americana e brasileira dos séculos XIX e XX e à história do pensamento social brasileiro.

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Manolo Florentino

Doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (1991), é professor associado do setor de história da América, no Instituto de História da UFRJ. Recebeu a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico (2009). Foi presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa (2013-2015). É autor de Em Costas Negras: Uma História do Tráfico entre A África e o Rio de Janeiro, Séculos XVII e XIX (1997), entre outros livros. Suas pesquisas se relacionam à temática da escravidão nas Américas, África e Brasil. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Marcos Bretas

Doutor em História em The Open University (1995), Marcos Bretas é professor associado do setor de história do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Recebeu o Prêmio CAPES de Tese (2005); o Prêmio Senasp-Anpocs de Pesquisas Aplicadas em Segurança Pública (1995); e o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa (1995). É autor de Ordem na Cidade. O exercício cotidiano da autoridade policial no Rio de Janeiro: 1907-1930 (1997). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história do Brasil República, com ênfase em temas relacionados a Rio de Janeiro, polícia, crime e prisão.

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Maria Paula Nascimento Araujo

Doutora em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, IUPERJ (1998), Maria Paula Nascimento Araújo é professora titular do setor de história contemporânea, no Instituto de História da UFRJ. É coordenadora da equipe brasileira da pesquisa “Fronteiras da Memória: História e Memória das ditaduras militares no Brasil e na Argentina”. Presidente da Associação Brasileira de História Oral (2010-2012). É autora de Memórias estudantis: da fundação da UNE aos nossos dias (2007) e A Utopia Fragmentada: as novas esquerdas no Brasil e no mundo na década de 1970 (2000). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história política, atuando principalmente nos seguintes temas: memória, política, esquerda, história oral e imprensa. É atualmente pesquisadora, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Marieta de Moraes Ferreira

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (1991), Marieta de Moraes Ferreira é professora titular do setor de história do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Foi coordenadora nacional do Mestrado Profissional em Ensino de História (2013-2018); coordenadora do Programa de História Oral do CPDOC (1992-1995); editora da Revista Brasileira de História (2009-2013); presidente da Associação Brasileira de História Oral (1992-1994); Presidente da International Oral History Association (IOHA); diretora do CPDOC (1999-2005); pesquisadora e professora titular do CPDOC-FGV (1978-2012); e editora da Revista Estudos Históricos (1992-1998). Atualmente é coordenadora do programa FGV Ensino Médio; diretora executiva da Editora FGV; coordenadora do Projeto binacional e interdisciplinar “Capital Cities: from Nation to Globalization”, convênio FAPERJ-Sorbonne (2015-2016). É autora de Em busca da Idade do Ouro (1994), entre outras publicações. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da historiografia, da história oral, da história política, da história do Rio de Janeiro, do ensino de história, entre outros. É atualmente pesquisadora, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Marta Mega de Andrade

Doutora em História pela Universidade de São Paulo (2000), Marta Mega de Andrade é professora associada do setor de história Antiga, no Instituto de História da UFRJ. Foi beneficiária do Programa Jovem Cientista de Nosso Estado, FAPERJ (2008). É autora de A Cidade das Mulheres: cidadania e alteridade feminina na Atenas Clássica (2001). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história do gênero e da história social das mulheres; da história comparada do pensamento político; de política e sociedade no mundo grego antigo; de historiografia e teoria da história. É atualmente pesquisadora, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Monica Grin

Doutora em ciência política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, IUPERJ (2001), Monica Grin é professora associada do setor de história contemporânea, no Instituto de História da UFRJ. Foi beneficiária do Programa Jovem Cientista de Nosso Estado, FAPERJ (2008); e Jovem Cientista do Estado, FAPERJ (2009). Foi coordenadora do Programa de Pós-graduação em História Social (2012-2015). É autora de Raça: debate público no Brasil (2010). Suas pesquisas abordam questões relacionadas a relações raciais, pós-abolição, multiculturalismo, etnicidade, desigualdade racial, racismo, antissemitismo, imigração e estudos judaicos. É atualmente coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos (NIEJ) da UFRJ.

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Mônica Lima e Souza

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (2007), Mônica Lima e Souza é professora adjunta do setor de história da África, no Instituto de História da UFRJ. É vice-decana do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história da África no século XIX; do abolicionismo, em perspectiva atlântica; das relações Brasil e África, nos séculos XVIII e XIX.

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Murilo Sebe Bon Meihy

Doutor em estudos árabes pela Universidade de São Paulo (2013), Murilo Sebe Bon Meihy é professor adjunto do setor de história contemporânea, no Instituto de História da UFRJ. É autor de As Mil e Uma Noites Mal Dormidas: a formação da República Islâmica do Irã (2010) e Os libaneses (2016). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história e dos estudos culturais, com ênfase em história moderna e contemporânea do Oriente Médio e Norte da África; nação e revolução no Oriente Médio, cultura árabe-islâmica, orientalismo, vocabulário político árabe, Guerra Fria e petróleo; e sobre a questão dos árabes no Brasil.

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Renato Luís do Couto Neto e Lemos

Doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (1997), Renato Luís do Couto Neto e Lemos é professor titular do setor de história do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Coordena o Laboratório de Estudos sobre os Militares na Política (LEMP) e edita a revista eletrônica Militares e Política. É autor de Uma história do Brasil através da caricatura, 1840-2006 (2ª edição, 2006); e Justiça Fardada: o general Peri Bevilaqua no Superior Tribunal Militar (1965-1969), (2004), entre outras publicações. Suas pesquisas abordam questões relacionadas a militares, militares e política, ditadura militar, justiça militar, anistia, Benjamin Constant, republicanismo e proclamação da República.

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Roberto Guedes Ferreira

Doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), Roberto Guedes Ferreira é professor associado do Departamento de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e membro colaborador do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ. Foi beneficiário do Programa Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ (2012-2014 e 2015-2017). É autor de Egressos do cativeiro: trabalho, família, aliança e mobilidade social (2008); Dinâmica imperial no Antigo Regime Português: escravidão, governos, fronteiras, poderes, legados (séculos XVII-XIX) (2011); e África: brasileiros e portugueses (séculos XVI-XIX) (2013). Tem experiência na área de história, com ênfase em história do Brasil colonial, principalmente nas questões relacionadas seguintes à economia e à escravidão. É atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Sílvia Correia

Doutora em história contemporânea política e institucional pela Universidade Nova de Lisboa (2011), Sílvia Correia é professora adjunta do setor de história contemporânea, no Instituto de História da UFRJ. Foi contemplada com os prêmios História Contemporânea, pela Fundação Mário Soares, e Defesa Nacional (ex-aequo), pela Comissão Portuguesa de História Militar (2012). Colaborou com a Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da República (2009) e coordenou a criação do Arquivo de História Oral da Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses Intersindical Nacional (1970-1977) (2009-2011). É autora de Entre Heróis e Mortos Políticas da memória da I Guerra Mundial em Portugal (1918-1933) (2015). Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história da Europa contemporânea; história de Portugal contemporâneo; história da memória; dos estudos e debates sobre violência no século XX; Cultura e memória de guerra; história da Ia Guerra Mundial; história das guerras coloniais e de independência.

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Vitor Izecksohn

Doutor em história pela Universidade de New Hampshire, Vitor Izecksohn é professor associado do setor de história da América, no Instituto de História da UFRJ. Atuou como professor visitante no Departamento de História de Brown University (2011). Foi bolsista do Gilder Lehrman Institute of American History (2005); da Comissão Fulbright (2011); do Gilder Lehrman Center for the Study of Slavery, Resistance, and Abolition, Yale University (2015); e da John Carter Brown Library (2017). É autor de O Cerne da Discórdia. A Guerra do Paraguai e o Núcleo Profissional do Exército (2002); e de Slavery and War in the Americas: Race, Citizenship and State Building in the United States and Brazil, 1861-1870 (2014), livro laureado com a menção honrosa da Brazil Section da Latin American Studies Association (2015). Seus interesses de pesquisa incluem os estudos comparativos sobre militares e sobre a administração pública no Brasil e nos Estados Unidos no século XIX, com ênfase na história do recrutamento militar, nas comparações sobre o impacto das guerras externas nos processos de formação dos Estados nacionais e no pensamento político no Brasil e nas Américas.

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William de Souza Martins

Doutor em História pela Universidade de São Paulo (2001), William de Souza Martins é professor adjunto do setor de história moderna, no Instituto de História da UFRJ. É autor de Membros do corpo místico: ordens terceiras no Rio de Janeiro (c. 1700-1822) (2009). Suas pesquisas abordam questões relacionadas a modelos de santidade na América portuguesa, com ênfase em recolhimentos femininos coloniais; a ordens terceiras e, em particular, ao Convento da Ajuda e ao Juízo Eclesiástico, no Rio de Janeiro do século XVIII; aos sermões e às festas religiosas, no Rio de Janeiro do século XIX.

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