Prêmio Melhor Tese de Doutorado Manoel Luiz Salgado Guimarães

Prêmio Melhor Tese de Doutorado Manoel Luiz Salgado Guimarães

Em comemoração aos seus 30 anos de existência, o PPGHIS criou, em 2012, o Prêmio Melhor Tese de Doutorado Manoel Luiz Salgado Guimarães. Ao fim de cada ano, uma comissão formada por membros externos elege o melhor trabalho de tese entre os defendidos naquele ano aprovados com louvor. As teses premiadas, desde sua criação, são as seguintes:

2018 – Aryana Lima Costa – De um curso d’água a outro: memória e disciplinarização do saber histórico na formação dos primeiros professores no curso de História da USP.

2017 – Pedro Krause Ribeiro – Um figurão da República das Letras: Raul Pederneiras – sua (auto)biografia, sua singularidade, sua metacaricatura.

2016 – Miquéias Henrique Mugge – Senhores da Guerra: elites militares no sul do Império do Brasil (Comandantes Superiores de Guarda Nacional – 1845-1873)

2015 – Zózimo Antônio Passos Trabuco – “À direita de Deus, à esquerda do povo”: Protestantismo, esquerdas, e minorias em tempos de ditadura e democracia (1974-1994)

2014 – Edianne dos Santos Nobre – Incêndios da Alma: a beata Maria de Araújo e a experiência mística no Brasil do Oitocentos

2013 – Pablo Francisco de Andrade Porfírio – De pétalas e pedras: a trajetória de Francisco Julião

2012 – Diego Galeano – Criminosos viajantes, vigilantes modernos. Circulações policiais entre Rio de Janeiro e Buenos Aires, 1890-1930

Menções Honrosas

2018 – Bruno Capilé – Os muitos rios do Rio de Janeiro: Transformações e interações entre dinâmicas sociais e sistemas fluviais na cidade do Rio de Janeiro (1850-1889).

 2017 – Silvana Alves de Godoy – Mestiçagem, guerras de conquista e governo dos índios.  A vila de São Paulo na construção da monarquia portuguesa na América (Séculos XVI e XVII)

2014 – Kleiton de Souza Moraes – Catullo da Paixão Cearense ou Como se constrói um autor

2013 – Jonas Moreira Vargas – “Pelas margens do Atlântico”: um estudo sobre elites locais e regionais no Brasil a partir das famílias proprietárias de charqueadas em Pelotas, Rio Grande do Sul (século XIX)